segunda-feira, 31 de março de 2014

URUARÁ: AGÊNCIA DO BANCO DO BRASIL É ALVO MAIS UMA VEZ DE ASSALTANTES

Quadrilha fortemente armada assalta agência do Banco do Brasil em Uruará
Por volta das 9 horas desta segunda-feira, 31, uma quadrilha fortemente armada, composta por pelo menos 8 homens, tomou a agência do banco do Brasil de Uruará. Durante a ação dos assaltantes os bandidos faziam disparos de arma de fogo de grosso calibre para manter a polícia afastada e usavam como escudo humano na frente da agência, funcionários e demais pessoas que estavam na agência quando o banco foi tomado pelos criminosos. A ação durou cerca de 40 minutos. Após realizarem o assalto os bandidos empreenderam fuga pela transamazônica em direção a cidade de Medicilândia em três veículos e no km 175 norte eles entraram na estrada vicinal, levando como reféns alguns clientes e os vigias da agência. Uma pessoa foi atingida no braço durante os disparos feitos pelos assaltantes, foi levada para o hospital municipal de Uruará e não corre risco de morte.
 
De acordo com uma cliente que estava no banco no momento do assalto, de quem os assaltantes roubaram R$800,00, os bandidos chegaram na agência, que estava lotada, exatamente no momento em que era aberto o atendimento ao cliente, eles atiraram na porta do banco, entraram anunciando o assalto mandando todo mundo deitar no chão, depois fizeram um escudo humano na frente da agência. Ainda segundo a cliente os bandidos estavam encapuzados e com as roupas e botas sujas de lama, eles teriam colocado o dinheiro dentro de uma camionete hilux branca.

Depois de liberarem alguns reféns os bandidos atearam fogo num dos veículos sobre uma ponte da estrada vicinal que foi utilizada por eles como rota de fuga, impedindo a passagem da viatura da polícia.
 
O mesmo tipo de ação havia ocorrido no dia 5 de fevereiro do ano de 2013, quando cinco elementos fortemente armados conseguiram roubar uma grande quantidade de dinheiro, com valor não divulgado, sendo que as investigações sobre o assalto ainda não estão concluídas.
Por:Joabe Reis do Sistema Regional de Comunicação

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