quinta-feira, 18 de maio de 2017

EM BRASIL NOVO, CAMINHADA MARCA O DIA DE COMBATE AO ABUSO E A EXPLORAÇÃO SEXUAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES


Nesta Quinta-Feira (18), Brasil Novo foi às ruas contra o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes. Em uma grande caminhada, que saiu do antigo campo de aviação e percorreu o centro da cidade, estudantes, professores, movimentos sociais, associação dos idosos, centro de convivência, conselho tutelar, conselho de direito da criança e adolescente, e a sociedade, estiveram unidos com o mesmo objetivo.
No dia 18 de maio de 1973, uma menina de 8 anos foi sequestrada, violentada e cruelmente assassinada no Espirito Santo. Seu corpo apareceu seis dias depois carbonizados e os seus agressores, jovens de classe média alta, nunca foram punidos. A data ficou instituída como o “Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes” a partir da aprovação da Lei Federal nº. 9.970/2000. O  “Caso Araceli”, como ficou conhecido, ocorreu há quase 40 anos, mas, infelizmente, situações absurdas como essa ainda se repetem.
O evento reuniu centenas de pessoas e contou com o apoio da polícia militar na organização do trânsito, a população gritavam não ao abuso e a exploração sexual das crianças e adolescentes.
No Brasil  o “Disque 100”, criado pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, é um serviço de recebimento, encaminhamento e monitoramento de denúncias de violência contra crianças e adolescentes. Os dados mostram que, de março de 2003 a março de 2011, o Disque recebeu 52 mil denúncias de violência sexual contra este público, sendo que 80% das vítimas são do sexo feminino. Em Brasil Novo o conselho tutelar disponibiliza o numero de celular pra você fazer a denuncia e não precisa se identificar, Tel. (93) 99138-0610.
A intenção do 18 de maio é destacar a data para mobilizar e convocar toda a sociedade a participar dessa luta e proteger nossas crianças e adolescentes. A data reafirma a importância de se denunciar e responsabilizar os autores de violência sexual contra a população infanto-juvenil.

Por: Junior Oliveira

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