quinta-feira, 19 de outubro de 2017

EXCLUSIVO! BRASIL NOVO SOLICITA AMBULÂNCIA DE CIDADE DE MEDICILÂNCIA


Como se não bastasse o Pará, possuir a PIOR prestação de serviços do país em atendimento á população pelo Sistema Único de Saúde (SUS),Brasil Novo no sudoeste do estado não consegue manter funcionando duas ambulâncias.
Atualmente o pequeno município localizado as margens da Transamazônica se encontra sem nenhuma ambulância para atender pacientes do hospital municipal Maria José Biancardi. Na última quinta-feira por volta das 10:45 da manhã, foi solicitado pela secretaria de saúde de Brasil Novo uma ambulância emprestada do município vizinho (Medicilândia km 90) para transportar um paciente para Altamira, segundo informações da coordenadora do hospital em Brasil Novo enfermeira Cerly Sousa.
A cidade possui duas ambulâncias do tipo “A” para atender os munícipes, mas, as duas se encontram quebradas, registramos as fotos das ambulâncias danificadas, uma se encontra na oficina da rua Fernando Dias no centro de Brasil Novo e a outra, também quebrada esta encostada na travessa 28 de abril a poucos metros do hospital municipal. Apesar das evidências (fotos), a coordenação do hospital garante que uma das ambulâncias se encontrava em Altamira no HEMOPA aguardando sangue para um paciente de Brasil Novo e que a mesma esta em total funcionamento. Por outro lado o secretário de saúde Eliezio Buchinger afirma que a ambulância que segue encostada próxima à garagem da prefeitura, apresentou defeitos hoje (19).Em meio a tantas contradições, o blog apurou que uma das ambulâncias já foi mandada para o conserto quatro vezes este ano, sem contar que estava com documentação atrasada, sem estepe, pneus carecas e sem outros itens essenciais para a segurança do motorista, pacientes e profissionais de saúde.
Familiares de pacientes nos informaram que  já esta se tornando comum pagarem taxistas  ou conseguirem carona com familiares e amigos para transportarem pacientes sobretudos idosos e crianças para o hospital devido a  falta de ambulância para atende-los.
Por: Sidalécio Souza

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